segunda-feira, 4 de julho de 2011

A estabilidade da família!



Ora, aos casados, ordeno, não eu, mas o Senhor, que a mulher não se separe do marido (se, porém ela vier a separar-se que não se case ou que se reconcilie com seu marido); e que o marido não se aparte de sua mulher. Aos mais digo eu, não o Senhor: se algum irmão tem mulher incrédula, e esta consente em morar com ele, não a abandone; e a mulher que tem marido incrédulo, e este consente em viver com ela, não deixe o seu marido. Porque o marido incrédulo é santificado no convívio da esposa, e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente. Doutra sorte, os vossos filhos seriam impuros; porém, agora, são santos. Mas, se o descrente quiser apartar-se, que aparte; em tais casos, não fica sujeito à servidão nem o irmão, nem a irmã; Deus vos tem à paz. Pois, como sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? Ou, como sabes, ó marido, se salvarás tua mulher? Ande cada um segundo o Senhor lhe tem distribuído, cada um conforme Deus o tem chamado. É assim que ordeno em todas as igrejas. Foi alguém chamado, estando circunciso? Não desfaça a circuncisão. Foi alguém chamado, estado incircunciso? Não se faça circuncidar. A circuncisão, em si, não é nada; a incircucisão também nada é, mas o que vale é guardar as ordenanças de Deus. Cada um permaneça na vocação em que foi chamado. Foste chamado, sendo escravo? Não te preocupes com isso; mas, se ainda podes tornar-te livre, aproveita a oportunidade. Porque o que foi chamado no Senhor, sendo escravo, é liberto do Senhor, semelhantemente, o que foi chamado, sendo livre, é escravo de Cristo. Por preço fostes comprado; não vos torneis escravos de homem. Irmãos, cada um permaneça diante de Deus naquilo em que foi chamado.

1 Coríntios 7

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