segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Terceiro Passo da Inveja!


  • A INVEJA MATA:


  • Ler em Gn 4:1-5.
    A Bíblia nos informa que o jovem Caim foi tomado por uma ira assassina, porque Deus recebeu a oferta (um sacrifício) de seu irmão, mas recusou a sua. Caim não podia aceitar a recusa de Deus, pois a considerou humilhante.
    Os filhos de Adão eram ambos trabalhadores; um cuidava do rebanho de ovelhas, o out
    ro era plantador de alimentos. De relance não a tinhamos com o motivo da recusa. Mas o relato bíblico nos mostra claramente a razão da não aceitação da oferta.
    Toda a cerimônia das ofertas está centralizada em uma palavra: Primícias. Abel separou a primeira ovelha do rebanho e a levou pra Deus; Caim tomou o fruto da terra “no fim de uns tempos”, ou seja, do que restará da colheita e o levou em oferta ao Senhor.
    Mas Deus não é um Deus de “sobras”, de restolho, dos sobejos de após os segadores. Ele é o Deus das primícias, da primeira escolha, do primeiro fruto, da primeira decisão (Pv 3:9).
    Qual foi a reação de Caim? Tomado de inveja, convidou seu irmão para ir com ele ao campo e lá o matou. O primeiro homicídio ocorrido na terra foi provocado pela inveja.
    Mas a inveja trouxe também ao coração de Caim a ira descontrolada, autocomiseração, o ódio mesclado com o desgosto, e a morte.
    Isaque, filho de Abraão, também foi vítima da inveja. A Bíblia relata esse acontecimento em Gn 26:12-14).
    A inveja surge como um vulcão que irrompe no coração das pessoas. A inveja provoca uma reação em cadeia de atos que visam ofuscar a alegria e o prazer daquele que está sendo abençoado com prosperidade financeira e espiritual.
    Os filisteus reagiram ante a prosperidade de Isaque de forma direta e incisiva. Já que Isaque possuía grande rebanho de ovelhas e bois, os inimigos procuraram atingir o rebanho negando-lhe usufruir do fator mais essencial para se viver no deserto: a água.
    Os filisteus não se preocuparam em roubar o gado, nem em matar os servos de Isaque, nem em destruir sua plantação. Isto daria muito trabalho e não alcançaria o fim proposto.
    Os filisteus atingiram Isaque no ponto de sua maior necessidade. Na calada da noite eles penetraram na possessão de Isaque e “entulharam todos os poços que os servos de seu pai haviam cavado, enchendo-os de terra” (Gn 26:15).
    Pronto. Estava resolvido o problema que os filisteus mais temiam: o crescimento contínuo das riquezas de Isaque, pois sem água o rebanho morreria. Para que tal não acontecesse, o trabalho dos servos de Isaque foi duplicado e tremendamente cansativo.
    Isaque retirou-se, habitou com o seu povo e seus bens. Os seus servos cavaram, cavaram, e acharam um poço de água nascente. Agora havia água para o povo e para o gado. Mais o preço de muito esforço e suor dos trabalhadores. Todo esse transtorno foi motivado pela inveja que os filisteus nutriam contra Isaque por causa da sua prosperidade e crescimento.
    A inveja é terrível!



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